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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Meus anos dourados com Hitch, ou Alfred Hitchcock em 12 capítulos e 1 epitáfio *



PARTE 6: AO MESTRE COM CARINHO

Mestre: 1. Homem que ensina; professor; 2. Aquele que é perito ou versado numa ciência ou arte; 3. Homem superior e de muito saber; 4. Aquele que se avantaja em alguma coisa; 5. Grande, extraordinário; 6. Que é o mais importante, que serve de base ou de guia; básico, fundamental. 

No dicionário Aurélio existem 23 definições para a palavra "mestre". Estas são as que se aplicam à definição do mestre do suspense. 


Dublê de Hitchcock 


O diretor Brian De Palma, fã confesso de Hitchcock, nunca escondeu sua posição de pupilo na arte de fazer medo. Influenciado pelo mestre, mas com estilo próprio, explicita em seus filmes o que Hitchcock continha nos seus: a violência. VESTIDA PARA MATAR (DRESSED TO KILL, 1980) mostra em abundância o que foi usado com parcimônia em PSICOSE (PSYCHO, 1960): sangue - Hitchcock chegou a dizer que optou por filmar PSICOSE em preto e branco para que não fosse dado destaque à cor vermelha do sangue. 

Assim, na cena do chuveiro, toda a atenção se concentra exclusivamente na violência da mulher sendo esfaqueada. Já em VESTIDA PARA MATAR, a violência também está lá, apenas sendo transferida de um chuveiro para um elevador, com a diferença de que o vermelho sanguíneo se espalha por todo o ambiente. A motivação que move os assassinos dos dois filmes também é a mesma. Em ambos, um homem vestido de mulher mata violentamente o objeto de seu desejo, que deve ser reprimido para que sua dupla identidade não seja ameaçada. Em 1984, De Palma dirigiu DUBLÊ DE CORPO (BODY DOUBLE, 1984), filme que tem no voyeurismo sua trama central. Só que, ao contrário de JANELA INDISCRETA (REAR WINDOW, 1954), o crime, brutal, é testemunhado pelo vizinho. 

Já Truffaut, embora fã confesso de Hitchcock, dedicou ao mestre A NOIVA ESTAVA DE PRETO (LA MARIÉE ÉTAIT EM NOIR, 1968), com Jeanne Moreau. Seu conterrâneo, contemporâneo e colega da Nouvelle Vague Claude Chabrol escreveu e dirigiu antológicos filmes de suspense com doses de erotismo, como AS CORÇAS (LES BICHES, 1968), MULHERES DIABÓLICAS (LA CÉRÉMONIE, 1995) e CIÚME – O INFERNO DO AMOR POSSESSIVO (L’ENFER, 1994). 

Ao mestre com carinho (ou não) 


A obra de Hitchcock também gera paródias. Algumas delas, a despeito do tom de comédia, são incontestáveis homenagens, como é o caso de JOGUE A MAMÃE DO TREM (THROW MOMMA FROM THE TRAIN, 1987), dirigido e estrelado por Danny DeVito. 

O diretor faz o papel do fracassado Owen, que vive infernizado por sua mãe (Anne Ramsey), uma megera que o trata como serviçal, enfermeiro e saco de pancadas. Aluno (medíocre) de um curso para escritores, onde está aprendendo a escrever histórias de mistério, recebe de seu professor (Billy Cristal) o conselho de assistir a filmes de Hitchcock, para buscar inspiração. Péssima ideia. 

O baixinho, que há muito vinha sonhando em dar um fim à sua mãe, vai assistir PACTO SINISTRO (STRANGERS ON A TRAIN, 1951), o filme da “troca de assassinatos” e, descobrindo o ódio que seu professor tem da ex-mulher, lhe faz a proposta que lhe parece óbvia: ele acaba com ela, em troca de ter sua mãe varrida da face da Terra. Tal e qual o Bruno (Robert Walker), do filme de Hitchcock, Owen executa sua parte (ou pelo menos acredita nisso) e procura o professor, exigindo que este cumpra com sua parte. A partir daí, se desenrola uma série de situações cômicas, resultando em uma divertida homenagem ao mestre do suspense. 

Voltando ao velho continente, o espanhol Álex de la Iglesia dirigiu A COMUNIDADE (LA COMUNIDAD, 2000), estrelado pela atriz almodovariana Carmen Maura, filme que, ao contrário de JOGUE A MAMÃE DO TREM, não se baseia em nenhuma película específica de Hitchcock, mas faz diversas referências à sua obra, a começar pela abertura do filme, que possui elementos de UM CORPO QUE CAI (VERTIGO, 1958) e LADRÃO DE CASACA (TO CATCH A THIEF, 1955). O vizinho que tem o hábito de espionar a vida alheia e é reprimido por sua mãe, que o condena por usar roupas do vilão Darth Vader, da série GUERRA NAS ESTRELAS (STAR WARS, 1977 – 2005) - “Você parece um travesti!” - está lá. Assim como o clímax no terraço do prédio, remetendo ao hábito de Hitchcock de explorar o medo de altura de seus espectadores, como fez em UM CORPO QUE CAI, cujo personagem principal sofre de acrofobia, CHANTAGEM E CONFISSÃO (BLACKMAIL, 1929), que mostra uma cena de perseguição na cúpula do Museu Britânico, SABOTAGEM / O MARIDO ERA O CULPADO (SABOTAGE, 1936), em que mocinho e bandido lutam em plena Estátua da Liberdade, e INTRIGA INTERNACIONAL (NORTH BY NORTHWEST, 1959), onde o embate final acontece no Monte Rushmore. Adepto do humor negro, Álex de la Iglesia ainda flertaria com Hitch em CRIME FERPEITO (CRIMEN FERPECTO, 2004). 

A lista de “herdeiros” da filmografia de Hitchcock cresce ao longo dos anos: PSICOSE rendeu três continuações, todas estreladas pelo Norman Bates original, Anthony Perkins: PSICOSE 2 (PSYCHO 2, 1983); PSICOSE 3 (PSYCHO 3, 1986), dirigido pelo próprio Perkins, e PSICOSE 4 – O INÍCIO (PSYCHO 4: THE BEGINNING, 1990). Em 1998, o filme de 1960 foi refilmado por Gus Van Sant, que se manteve fiel ao roteiro original, e estrelado por Vince Vaughn (Bates), Anne Heche (Marion Crane) e Julianne Moore (Lila Crane). No mesmo ano, o diretor Andrew Davis fez UM CRIME PERFEITO (A PERFECT MURDER, 1998), inspirado em DISQUE M PARA MATAR (DIAL M FOR MURDER, 1954), com Michael Douglas e Gwyneth Paltrow nos papéis principais. Até mesmo OS PÁSSAROS (THE BIRDS, 1963) ganhou filhote, o telefilme OS PÁSSAROS II (THE BIRDS II: LAND’S END, 1994), com a participação no elenco de Tippi Hedren, a protagonista do primeiro filme. 

Sem entrar no mérito da qualidade dos filmes derivados da filmografia de Hitchcock, ou da intenção de seus realizadores, é inegável o legado deixado por um mestre em sua arte, que se foi deixando uma legião de seguidores. Truffaut acreditava que "a obra de Hitchcock fez muitos discípulos, o que é normal quando se trata de um mestre, mas como sempre só se imita o que é imitável: a escolha do material, eventualmente o tratamento dado a este material, mas não o espírito que o impregna”. 



* Trabalho de minha autoria produzido em tempos acadêmicos


Do chuveiro para o elevador: VESTIDA PARA MATAR




CHANTAGEM E CONFISSÃO (BLACKMAIL, 1929) 
Direção: Alfred Hitchcock 
Com: Anny Ondra, John Longden etc. 


SABOTAGEM / O MARIDO ERA O CULPADO (SABOTAGE, 1936) 
Direção: Alfred Hitchcock 
Com: Oskar Homolka, Sylvia Sidney etc. 


PACTO SINISTRO (STRANGERS ON A TRAIN, 1951) 
Direção: Alfred Hitchcock 
Com: Farley Granger, Robert Walker etc. 


DISQUE M PARA MATAR (DIAL M FOR MURDER, 1954) 
Direção: Alfred Hitchcock 
Com: Ray Milland, Grace Kelly, Robert Cummings etc. 


JANELA INDISCRETA (REAR WINDOW, 1954)
Direção: Alfred Hitchcock
Com: James Stewart, Grace Kelly, Thelma Ritter etc.


LADRÃO DE CASACA (TO CATCH A THIEF, 1955) 
Direção: Alfred Hitchcock 
Com: Cary Grant, Grace Kelly etc. 


UM CORPO QUE CAI (VERTIGO, 1958) 
Direção: Alfred Hitchcock 
Com: James Stewart, Kim Novak etc. 


INTRIGA INTERNACIONAL (NORTH BY NORTHWEST, 1959) 
Direção: Alfred Hitchcock 
Com: Cary Grant, Eva Marie Saint, Martin Landau etc. 


PSICOSE (PSYCHO, 1960) 
Direção: Alfred Hitchcock 
Com: Anthony Perkins, Vera Miles, Janet Leigh etc. 


OS PÁSSAROS (THE BIRDS, 1963) 
Direção: Alfred Hitchcock 
Com: Tippi Hedren, Rod Taylor, Jessica Tandy etc. 


A NOIVA ESTAVA DE PRETO (LA MARIÉE ÉTAIT EM NOIR, 1968) 
Direção: François Truffaut 
Com: Jeanne Moreau, Michel Bouquet etc. 


AS CORÇAS (LES BICHES, 1968)
Direção: Claude Chabrol 
Com: Jean-Louis Trintignant, Jacqueline Sassard etc. 


VESTIDA PARA MATAR (DRESSED TO KILL, 1980) 
Direção: Brian De Palma 
Com: Angie Dickinson, Michael Caine, Nancy Allen etc. 


PSICOSE 2 (PSYCHO 2, 1983) 
Direção: Richard Franklin 
Com: Anthony Perkins, Vera Miles, Meg Tilly etc. 


DUBLÊ DE CORPO (BODY DOUBLE, 1984) 
Direção: Brian De Palma 
Com: Craig Wasson, Melanie Griffith etc. 


PSICOSE 3 (PSYCHO 3, 1986) 
Direção: Anthony Perkins 
Com: Anthony Perkins, Diana Scarwid etc. 


JOGUE A MAMÃE DO TREM (THROW MOMMA FROM THE TRAIN, 1987) 
Direção: Danny DeVito 
Com: Danny DeVito, Billy Cristal, Anne Ramsey etc. 


PSICOSE 4 – O INÍCIO (PSYCHO 4: THE BEGINNING, 1990) 
Direção: Mick Garris 
Com: Anthony Perkins, Henry Thomas, Olivia Hussey, CCH Pounder etc. 


CIÚME – O INFERNO DO AMOR POSSESSIVO (L’ENFER, 1994) 
Direção: Claude Chabrol 
Com: Emmanuelle Béart, François Cluzet Jean-Pierre Cassel etc. 


OS PÁSSAROS 2 (THE BIRDS 2: LAND’S END, 1994) 
Direção: Rick Rosenthal 
Com: Brad Johnson, Chelsea Field, Tippi Hedren etc. 


MULHERES DIABÓLICAS (LA CÉRÉMONIE, 1995) 
Direção: Claude Chabrol 
Com: Isabelle Huppert, Sandrine Bonnaire, Jean-Pierre Cassel, Jacqueline Bisset etc. 


UM CRIME PERFEITO (A PERFECT MURDER, 1998) 
Direção: Andrew Davis 
Com: Michael Douglas, Gwyneth Paltrow Viggo Mortensen etc. 


PSICOSE (PSYCHO, 1998) 
Direção: Gus Van Sant 
Com: Vince Vaughn, Anne Heche, Julianne Moore, Viggo Mortensen etc. 


A COMUNIDADE (LA COMUNIDAD, 2000) 
Direção: Álex de la Iglesia 
Com: Carmen Maura, Eduardo Antuña etc. 


CRIME FERPEITO (CRIMEN FERPECTO, 2004) 
Direção: Álex de la Iglesia 
Com: Guillermo Toledo, Mónica Cervera etc.



GUERRA NAS ESTRELAS (STAR WARS, 1977 – 2005) 
Direção: George Lucas 
Com: (1977 – 1983) Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher, Peter Cushing, Alec Guiness etc. 
(1999 – 2005) Ewan McGregor, Liam Neeson, Natalie Portman, Christopher Lee, Samuel L. Jackson etc. 

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Meus anos dourados com Hitch, ou Alfred Hitchcock em 12 capítulos e 1 epitáfio *


PARTE 5: MOMENTOS PRIVILEGIADOS

Truffaut diz, no prefácio à edição definitiva de sua entrevista com Hitchcock, que "as cenas de suspense formam os momentos privilegiados de um filme, aqueles que a memória guarda”. De acordo com esta teoria, pode-se constatar que a filmografia de Hitchcock está repleta desses momentos, cenas fortes que dificilmente são esquecidas.

O assassinato de Janet Leigh no chuveiro e a perseguição à Cary Grant em pleno deserto por um avião são duas cenas antológicas que certamente são das mais imitadas e até mesmo parodiadas em toda a história do cinema, até os dias de hoje. Truffaut chega a classificar a série de filmes de James Bond como uma "caricatura grosseira e canhestra de toda a obra hitchcockiana, e mais especialmente de INTRIGA INTERNACIONAL (NORTH BY NORTHWEST, 1959).

Não foi à toa que o nome de Hitchcock tornou-se adjetivo. Ele imprimiu um estilo próprio à sua obra, inconfundível, ao longo de sua carreira. Os mais familiarizados com sua filmografia são capazes de identificar em outros filmes trechos que sejam inspirados (entenda-se por inspiração homenagem, imitação ou mesmo paródia) na obra do mestre. E seus fãs sentem-se recompensados quando, ao assistir a um filme seu pela primeira vez (ou rever, como é comum), deparam com uma autêntica cena hitchcockiana.

Já no primeiro filme considerado por Hitchcock como sendo uma produção com sua marca registrada, O INQUILINO SINISTRO (THE LODGER: A STORY OF THE LONDON FOG, 1927), um simples balançar de lustre já é suficiente para criar tensão nas pessoas que desconfiam que o homem no quarto do andar acima, cujos passos fazem o chão tremer, seja "O Vingador", assassino de mulheres à solta que aterroriza Londres.

“Knife!”

Um homicídio a golpes de faca sem aparecer uma só gota de sangue na tela. Assim é a cena do assassinato em CHANTAGEM E CONFISSÃO (BLACKMAIL, 1929), onde a tentativa de estupro é mostrada pelos gritos da vítima e o movimento da cortina causado pela luta entre ela e seu algoz. Até que detrás da cortina surge o braço da mocinha, que alcança uma faca sobre um prato de queijo e comete homicídio em legítima defesa. As estocadas também são percebidas pelo balanço da cortina, até que este cessa, surgindo então dessa vez o braço do agressor, já morto.

Na manhã seguinte, à mesa do café da manhã, o pai de Alice, a moça atacada, pede que ela lhe corte um pedaço de pão. A última palavra dita pela vizinha,knife (faca), que acabara de comentar sobre o assassinato, ainda ecoa em sua cabeça ("knife", "knife", "knife"...). Alice então pega a faca para cortar o pão e, descontrolando-se, grita "knife", jogando-a para o alto.

Salvo pelo grito. Em O HOMEM QUE SABIA DEMAIS (THE MAN WHO KNEW TOO MUCH, 1956), a cantora Jo Conway, interpretada por Grace Kelly, usa sua voz para salvar uma vida. Ela está no teatro Royal Albert Hall e sabe que uma autoridade será assassinada durante o concerto daquela noite. Tensa, ela acompanha os movimentos do matador e de seu alvo, cada um em seu camarote, enquanto o concerto segue lindamente no palco. Quando Jo percebe que o tiro será dado, solta um grito, fazendo o atirador errar o alvo.

E o público torceu por Grace Kelly quando Lisa, sua personagem em JANELA INDISCRETA (REAR WINDOW, 1954) entra no apartamento do vizinho que ela e seu namorado suspeitam que tenha matado a esposa. Jeff (James Stewart) acompanha angustiado de seu apartamento em frente a hora em que o suspeito volta à sua casa e acaba por surpreender sua namorada.

Tim-tim!

Garrafas de champanhe criam momentos de tensão em INTERLÚDIO (NOTORIOUS, 1946), quando a mulher que se casa com um nazista para desmascará-lo vai se encontrar com seu amante espião na adega da mansão do casal durante uma festa. Ingrid Bergman, a falsa esposa, acha que o nazista com quem se casou esconde algo naquele lugar. Consegue furtar a chave, e marca de se encontrar no local com o espião americano que a envolveu nesta trama e tornou-se seu amante, Cary Grant. Antes de ir ao seu encontro, certifica-se de que há garrafas de bebida suficientes sendo servidas na festa, e que ninguém irá até a adega buscar mais. Os espectadores acompanham então a quantidade de garrafas que diminui cada vez mais. Serão eles pegos?

Anteriormente, para se apoderar da chave, Alicia Huberman (a personagem de Ingrid), já havia quase sido pega. Retirou do molho de chaves de seu marido aquela que lhe interessava, enquanto este estava no banho. Ele deixa o banheiro logo em seguida, enquanto ela ainda tem a chave em uma das mãos. O nazista espionado vem então ao seu encontro, pegando-lhe as mãos. Sem saber de nada, abre uma das mãos de sua esposa, para lhe dar um beijo. Vazia. Por sorte ela guardara a chave na outra mão, e para que ele não resolva abri-la também, lhe dá um abraço e joga a bendita no chão, para que ele não a veja.

Como não poderia deixar de ser, são muitos os exemplos de momentos privilegiados na filmografia de um mestre do cinema: crianças correndo desesperadas da escola, atacadas por um bando de pássaros enfurecidos; uma luta em um carrossel desgovernado; um copo de leite, possivelmente envenenado, iluminado por uma lâmpada em seu interior, destacando-se na escuridão.

Na ocasião do falecimento de Hitchcock, Jean-Luc Godard declarou: "Ao ver um filme de Hitchcock, percebe-se logo que é dele: porque, assim como um grande pintor, ele cria um quadro cuja imagem, seja qual for, se torna inesquecível”.



* Trabalho de minha autoria produzido em tempos acadêmicos




Peter Griffin, da série Uma família da pesada (Family guy), 
vive seu dia de INTRIGA INTERNACIONAL



O INQUILINO SINISTRO (THE LODGER: A STORY OF THE LONDON FOG, 1927) 
Direção: Alfred Hitchcock 
Com: Ivor Novello, Marie Ault etc.


CHANTAGEM E CONFISSÃO (BLACKMAIL, 1929) 
Direção: Alfred Hitchcock 
Com: Anny Ondra, John Longden etc.


INTERLÚDIO (NOTORIOUS, 1946) 
Direção: Alfred Hitchcock 
Com: Ingrid Bergman, Cary Grant, Claude Rains etc.


JANELA INDISCRETA (REAR WINDOW, 1954) 
Direção: Alfred Hitchcock 
Com: James Stewart, Grace Kelly, Thelma Ritter etc.


O HOMEM QUE SABIA DEMAIS (THE MAN WHO KNEW TOO MUCH, 1956) 
Direção: Alfred Hitchcock 
Com: James Stewart, Doris Day etc.


INTRIGA INTERNACIONAL (NORTH BY NORTHWEST, 1959) 
Direção: Alfred Hitchcock 
Com: Cary Grant, Eva Marie Saint, Martin Landau etc.

Foto:

PSICOSE (PSYCHO, 1960)
Direção: Alfred Hitchcock
Com: Anthony Perkins, Vera Miles, Janet Leigh etc.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Trilogia Brecha Indiscreta – Parte 4

Hitchcock/Hopkins

HITCHCOCK (idem, 2012)
Direção: Sacha Gervasi
Com: Anthony Hopkins (foto), Helen Mirren, Scarlett Johansson, Danny Huston, Toni Collette etc.