Mostrando postagens com marcador VIDEOTECA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador VIDEOTECA. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Amigos, amigos, flertes e orientações sexuais à parte. E uma bela trilha sonora
Bang bang, de Salvatore Bono, por Dalida, em
AMORES IMAGINÁRIOS (LES AMOURS IMAGINAIRES / HEARTBEATS, 2010)
Direção: Xavier Dolan
Com: Xavier Dolan (vídeo), Monia Chokri (vídeo), Niels Schneider (vídeo) etc.
domingo, 12 de maio de 2013
Mãe é mãe, Joan é Joan
Se todas as mães fossem como Joan Crawford, certamente a data de hoje não existiria. MAMÃEZINHA QUERIDA (MOMMIE DEAREST, 1981) é um filme baseado em livro homônimo escrito por Christina Crawford. Nele, a autora conta como ser filha de uma das maiores estrelas de Hollywood, Joan Crawford, é que era padecer no paraíso.
Adultos, ela e seu irmão, Christopher Crawford, foram riscados do testamento de Joan – o último gesto de desamor da mamãezinha querida. Christina escreveu o livro autobiográfico logo após a morte da mãe, em 1977.
O filme rendeu a Faye Dunaway o segundo lugar das premiações de 1982 do National Society of Film Critics Awards (NSFC Awards) e do New York Film Critics Circle Awards (NYFCC), além de ter sido indicado ao Young Artist Award do mesmo ano nas categorias atriz-mirim para Mara Hobel (como Christina Crawford criança) e melhor filme – diversão familiar (!).
Mas seu êxito mesmo foi no Framboesa de Ouro 1982: abocanhou os prêmios de pior filme, pior atriz (sim, para Faye!), pior roteiro, pior atriz coadjuvante (Diana Scarwid, como Christina adulta) e pior ator coadjuvante (Steve Forrest).
Oito anos depois, o Framboesa se lembraria novamente de MAMÃEZINHA, premiando-o dessa vez como o pior filme da década de 80. Finalmente, em 2005, ele foi indicado a pior drama dos últimos 25 anos.
Ou seja, diversão garantida. Ideal para ser compartilhada em família - para que mamães mostrem a seus pimpolhos como merecem ser queridas.
MAMÃEZINHA QUERIDA (MOMMIE DEAREST, 1981)
Direção: Frank Perry
Com: Faye Dunaway (como Joan Crawford, vídeo), Mara Hobel (como Christina Crawford criança, vídeo) etc.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Cinema, uma bela arte
Cartaz e abertura de UM CORPO QUE CAI (VERTIGO, 1958), obras do designer gráfico Saul Bass, homenageado hoje pelo Google.
Nascido em 8 de maio de 1920 (falecido em 1996), o talentoso moço criou identidades visuais para companhias como United Airlines, AT&T e Warner, e dirigiu diversos curtas-metragens, tendo sido inclusive indicado ao Oscar três vezes e ganhado uma, com Why man creates (1968).
Mas o que marcou sua passagem por Hollywood e pelo planeta Terra foram mesmo seus cartazes e aberturas de filmes dirigidos por gente como Otto Preminger, Alfred Hitchcock, Stanley Kubrick e Martin Scorsese.
UM CORPO QUE CAI (VERTIGO, 1958)
Direção: Alfred Hitchcock
Com: James Stewart, Kim Novak etc.
(e ainda por cima com a antológica trilha sonora de Bernard Herrmann)
domingo, 28 de abril de 2013
Possuída pelo personagem
"Siga sua vocação, alerta a Panamericana Escola de Arte e Design em novo comercial da AlmapBBDO."
Veja a ficha técnica do vídeo.
E reveja o filme (mas ignore suas "continuações"), que nunca é demais:
O EXORCISTA (THE EXORCIST, 1973)
Direção: William Friedkin
Direção: William Friedkin
Com: Linda Blair, Ellen Burstyn, Max von Sydow, Jason Miller etc.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Trilogia Charles Chaplin, 16/4/1889 – Parte 2
Década de 1930. O cinema mudo estava com os dias contados. Chaplin, assim como outros pioneiros do cinema (entre eles, Hitchcock), resistia. Ele acreditava que falas eram coisa de teatro, encenação naturalmente mais expansiva, e que o cinema era uma forma de arte mais pantomímica. Mas a pressão da indústria, e do público, era crescente, e era inevitável que Chaplin acabasse por soltar a voz em seus filmes também. O que ele fez, como mostra o vídeo acima, em TEMPOS MODERNOS (MODERN TIMES, 1936). Ou quase.
Na cena em que todos esperavam enfim ouvir a voz de Chaplin, ele fala mas não diz nada: seu personagem esquece a letra da música, e, para não decepcionar ou enfurecer a plateia, canta em um bizarro idioma, que às vezes parece italiano, outras francês, alemão. Mas cujas palavras não dizem absolutamente nada, porque simplesmente não existem, é uma língua inventada. E ele é entusiasticamente aplaudido. Ou seja, palavras não importam.
(Chaplin acabaria cedendo em seu filme seguinte, no final de O GRANDE DITADOR (THE GREAT DICTATOR, 1940), quando o barbeiro que é confundido com o ditador do título (uma paródia a Hitler) faz um antológico discurso pacifista.)
TEMPOS MODERNOS (MODERN TIMES, 1936)
Direção: Charles Chaplin
Com: Charles Chaplin, Paulette Goddard etc.
O GRANDE DITADOR (THE GREAT DICTATOR, 1940)
Direção: Charles Chaplin
Com: Charles Chaplin, Jack Oakie, Paulette Goddard etc.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Olha o aviãozinho!
Candidato Disney ao Oscar 2013 na categoria curta-metragem de animação
PAPERMAN (idem, 2012)
Direção: John Kahrs
PAPERMAN (idem, 2012)
Direção: John Kahrs
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Rock: Tô dentro!
A música é de TRAINSPOTTING (idem, 1996), mas os....go go boys mais parecem saídos de OU TUDO OU NADA (THE FULL MONTY, 1997).
TRAINSPOTTING (idem, 1996)
Direção: Danny Boyle
Com: Ewan McGregor, Jonny Lee Miller, Ewen Bremmer etc.
Direção: Danny Boyle
Com: Ewan McGregor, Jonny Lee Miller, Ewen Bremmer etc.
(Trilha sonora ainda mais recomendável: dividida em duas partes,
além de Lust for life tem The
passenger (também do Iggy), Perfect day (Lou Reed), Born slippy (Underworld) etc etc etc.)
OU TUDO OU NADA (THE FULL MONTY, 1997)
Direção: Peter Cattaneo
Com: Robert Carlyle, Tom Wilkinson etc.
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Cláudia e o Rei
Cláudia Abreu acaba de aparecer cantando ao lado de Roberto
Carlos em seu especial de 2012, desdobramento do enorme sucesso que fez como a
cantora brega Chayene na novela das sete Cheias de Charme, exibida este ano.
Mas a novela não foi a primeira oportunidade que Cacau teve
para mostrar que, além de excelente atriz, tem outros predicados artísticos. E
o especial de fim de ano de RC tampouco foi a primeira vez que ela adentrou o
território do rei.
O CAMINHO DAS NUVENS (2003)
Direção: Vicente Amorim
Com: Cláudia Abreu, Wagner Moura etc.
domingo, 9 de dezembro de 2012
Daniel e Adele
Quando começou a tocar nas rádios
Skyfall, da Adele, coisa de um par de
meses atrás, pensei: “Uau, que música!”, e duplamente entusiasmado por saber
que seria a trilha do próximo filme do 007. Mas logo também pensei “Putz, daqui
a uma semana não vou suportar mais ouvir isso”, dado o grotesco e irritante
funcionamento do mercado fonográfico que, via ondas de rádio, nos empurra
massivamente ouvidos adentro as musiquinhas da vez como lavagem cerebral. E não
deu outra: uma semana depois, quando deparava com Skyfall nas rádios, mudava correndo de estação.
E então vi 007 – OPERAÇÃO SKYFALL
(SKYFALL, 2012): “Uau, que filme!”. Sim, é o melhor 007 dos últimos não sei
quantos anos, porque filme de 007 é assim: já vi todos eles, mas me lembrar
mesmo, além dos clássicos bordões “Bond, James Bond” e do martini “batido e não
mexido”, só mesmo do supervilão Jaws (Dentes de Aço) roendo o cabo do bondinho
do Pão de Açúcar em 007 CONTRA O FOGUETE DA MORTE (MOONRAKER, 1979), e da cena
de 007 CONTRA GOLDFINGER (GOLDFINGER, 1964) em que James Sean Connery Bond vê
nos olhos da bondgirl que está beijando o reflexo do bandido que vem lhe atacar
por trás - a tempo de reagir e levar a melhor, claro.
Em relação às tramas, o máximo que
me lembro é de quando 007 se casa (embora tenha sido um dos casamentos mais
curtos do cinema), em 007 A SERVIÇO SECRETO DE SUA MAJESTADE (ON HER MAJESTY’S
SECRET SERVICE, 1969), filme que também ficou marcado por ter sido o único do
ator George Lazenby na pele do agente secreto – apesar de ter lhe rendido, curiosamente, indicação ao Globo de
Ouro de ator revelação. De resto, não conseguiria dizer qual a sinopse de um
único filme da série. Mesmo porque praticamente todos têm aquelas tramas de
espionagem e politicagens, e confesso não ter entendido lhufas de algumas delas,
tendo ficado apenas olhando as mirabolantes cenas de ação que, ora pipocas, cá
entre nós, é o que realmente interessa em um filme de James Bond.
Já SKYFALL tem uma história batida
e não mexida, ou seja, pura e simples: vingança pessoal - praticamente uma Avenida Brasil. Fácil fácil de
acompanhar, com cenas de ação das mais eletrizantes e visualmente lindo:
fotografia, cenografia e direção de arte são um espetáculo à parte. Javier
Bardem, afetado e assustador, faz um vilão que se juntou a Dentes de Aço na
galeria de inimigos inesquecíveis do 007. E, tendo celebrado o aniversário de
50 anos da série - o primeiro título foi 007 CONTRA O SATÂNICO DR. NO (DR. NO,
1962) -, o filme fecha um ciclo e recomeça outro, e de maneira emocionante. E, last but not least (também fechando o
ciclo, afinal este é o tema deste texto), SKYFALL já começa com uma das mais
belas aberturas da série, embalada por uma de suas igualmente mais belas
canções-tema. Enfim, em bom português, um filmaço.
E pelo visto não sou o único a
ter essa opinião sobre a mais recente aventura de 007: o filme já é a maior
bilheteria da história do Reino Unido. Quanto à música-tema, Daniel James Bond Craig
declarou que chorou quando a ouviu pela primeira vez.
Posso não ter chegado a tamanho
nível de sensibilidade, mas uma coisa é certa: o mais novo trabalho de Daniel
me fez amar Adele novamente. Porque agora quando toca Skyfall no rádio (e já faz mais de uma semana que vi o filme),
aumento, mais do que nas primeiras vezes em que a ouvi, o volume: “This is the end. Hold your breath and
count to 10...”.
(Não, este vídeo não é a abertura
do filme – não encontrei nenhum com
qualidade minimamente decente -, mas sim o
videoclipe oficial da música
Skyfall, que também é muito bom.)
Skyfall, que também é muito bom.)
007 – OPERAÇÃO SKYFALL (SKYFALL, 2012)
Direção: Sam Mendes
Com: Daniel Craig, Javier Bardem, Judi Dench, Ralph Fiennes, Albert Finney etc.
Pra ver em DVD:
007 CONTRA O FOGUETE DA MORTE (MOONRAKER, 1979)
Direção: Lewis Gilbert
Com: Roger Moore, Richard Kiel (Jaws), Lois Chiles etc.
007 A SERVIÇO SECRETO DE SUA MAJESTADE (ON HER MAJESTY’S SECRET SERVICE, 1969)
Direção: Peter R. Hunt
Com: George Lazenby, Diana Rigg, Telly Savalas etc.
007 CONTRA GOLDFINGER (GOLDFINGER, 1964)
Direção: Guy Hamilton
Com: Sean Connery, Gert Fröbe (Goldfinger) etc.
007 CONTRA O SATÂNICO DR. NO (DR. NO, 1962)
Direção: Terence Young
Com: Sean Connery, Joseph Wiseman (Dr. No), Ursula Andress etc.
Marcadores:
007,
adele,
avenida brasil,
aventura,
bondgirl,
CINEFILIA CRÔNICA,
cinema,
daniel craig,
dica de filme,
espionagem,
james bond,
javier bardem,
martini,
pão de açúcar,
reino unido,
skyfall,
trilha sonora,
VIDEOTECA
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Belgium’s Got Talent
Alguns anos antes de Susan Boyle houve Marva Vereecken.
(Vídeo recomendado para quem já viu o filme. Pra quem ainda
não viu, recomenda-se vê-lo inteiro e curtir melhor um dos clímax mais eletrizantes do cinema.)
FAMA PARA TODOS! (IEDEREEN BEROEMD!, 2000)
Direção: Dominique Deruddere
Com: Eva van der Gucht (Marva, vídeo), Josse De Pauw etc.
(Indicado ao Oscar 2001 de Filme Estrangeiro - Bélgica)
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Basta de Maísa!
Agora Silvio Santos quer em seu programa Sadako*/ Samara.**
*O CHAMADO (RINGU, 1998)
Direção: Hideo Nakata
Com: Nanako Matsushima, Miki Nakatami etc.
**O CHAMADO (THE RING, 2002)
Direção: Gore Verbinski
Com: Naomi Watts, Martin Henderson etc.
Marcadores:
câmera escondida,
cinema,
dica de filme,
elevador,
japão,
maísa,
o chamado,
paródia,
pegadinha,
programa de auditório,
sadako,
silvio santos,
susto,
televisão,
terror,
VIDEOTECA
sábado, 24 de novembro de 2012
Uma canção para Bette
Bette Davis Eyes foi escrita por Donna Weiss e Jackie
DeShannon em 1974. Estourou em 1981 na voz de Kim Carnes (vídeo), passou nove
semanas consecutivas em primeiro lugar na Billboard e ainda abocanhou os Grammy
1982 de Canção do Ano e Gravação do Ano. Kim Carnes a cantou pessoalmente para
Bette em um tributo para a atriz.
Fonte: IMDB
A Wikipedia diz ainda que Bette teria agradecido aos
compositores por terem-na feito parte dos tempos modernos.
Que seja verdade!
Seja como for, o fato é que Bette Davis viverá para sempre
em nossos corações, nossas telinhas e nossas pistas.
Marcadores:
bette davis,
bette davis eyes,
canção do ano,
cinema,
cultura pop,
flashback,
grammy,
homenagem,
JANELA DA ALMA,
kim carnes,
pista,
pop,
tributo,
trilha sonora,
videoclipe,
VIDEOTECA
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Dia do Professor
Aos mestres com carinho:
1. SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS (DEAD POETS SOCIETY, 1989)
Direção: Peter Weir
Com: Robin Williams, Robert Sean Leonard, Ethan Hawke etc.
2. NENHUM A MENOS (YI GE DOU BU NENG SHAO, 1999)
Direção: Yimou Zhang
Com: Minzhi Wei, Huike Zhang etc.
3. MÚSICA DO CORAÇÃO (MUSIC OF THE HEART, 1999)
Direção: Wes Craven
Com: Meryl Streep, Aidan Quinn, Angela Bassett etc.
4. ENTRE OS MUROS DA ESCOLA (ENTRE LES MURS, 2008)
Direção: Laurent Cantet
Com: François Bégaudeau, Agame Malembo-Emene etc.
5. AO MESTRE COM CARINHO (TO SIR, WITH LOVE, 1967)
Direção: James Clavell
Com: Sidney Poitier (foto), Christian Roberts etc.
Professores sem classe:
1. PROFESSOR ALOPRADO (THE NUTTY PROFESSOR, 1963)
Direção: Jerry Lewis
Com: Jerry Lewis, Stella Stevens etc.
2. A PROFESSORA DE PIANO (LA PIANISTE, 2001)
Direção: Michael Haneke
Com: Isabelle Huppert, Annie Girardot, Benoît Magimel etc.
3. PROFESSORA SEM CLASSE (BAD TEACHER, 2011)
Direção: Jake Kasdan
Com: Cameron Diaz, Lucy Punch, Jason Segel, Justin Timberlake etc.
4. A ONDA (DIE WELLE, 2008)
Direção: Dennis Gansel
Com: Jürgen Vogel, Frederick Lau etc.
5. THE WALL (PINK FLOYD: THE WALL, 1982) (video)
Direção: Alan Parker
Com: Bob Geldof, Christine Hargreaves, Bob Hoskins etc.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
My name is Jodie
BUGSY MALONE – QUANDO AS METRALHADORAS COSPEM (BUGSY MALONE, 1976)
Direção: Alan Parker
Com: Scott Baio (Bugsy), Jodie Foster (Tallulah), Florrie Dugger etc.
Primeiro longa-metragem de Alan Parker, BUGSY MALONE é ambientado na Nova York dos anos 1920, em plena Lei Seca, e mostra a guerra entre dois grupos rivais de gângster. Sim, história mais que batida. Mas não quando é contada na forma de um musical, e um musical interpretado somente por crianças - Jodie Foster tinha 13 aninhos.
Primeiro longa-metragem de Alan Parker, BUGSY MALONE é ambientado na Nova York dos anos 1920, em plena Lei Seca, e mostra a guerra entre dois grupos rivais de gângster. Sim, história mais que batida. Mas não quando é contada na forma de um musical, e um musical interpretado somente por crianças - Jodie Foster tinha 13 aninhos.
Marcadores:
alan parker,
cinema,
criança,
dia das crianças,
dica de filme,
gângster,
infância,
jodie foster,
lei seca,
musical,
quando as metralhadoras cospem,
VIDEOTECA
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Frank e Nancy, por Robbie e Nicole
Marcadores:
amor,
amor e sexo,
casal,
casamento,
cinema,
dueto,
eu te amo,
frank sinatra,
lar,
música,
nancy sinatra,
nicole kidman,
relação,
relacionamento,
robbie williams,
romance,
sexo,
vida a dois,
VIDEOTECA
Assinar:
Postagens (Atom)


