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sábado, 9 de março de 2013

Cinemas do Rio - Parte 1: Os que deixaram saudades / Copacabana




Copacabana, em seu auge, já chegou a possuir quase vinte cinemas de rua. Depois do Centro e Tijuca, foi o bairro de maior importância cinematográfica, tendo sido, portanto, a terceira Cinelândia carioca. Seus cinemas, contudo, ao invés de serem reformados e adaptados para os dias atuais, foram sendo exterminados a partir da década de 80, com a demolição-barbárie do Rian e o fechamento do Caruso. Já no século 21, o descaso foi total com o fim do Copacabana e do Art Palácio.

Como alento, hoje só resta o tombado Roxy e o minúsculo e aconchegante Joia. Ambos têm ótimo público e provam que novas salas podem e devem ser inauguradas ou devolvidas ao bairro. Copacabana, no frescor de seus 120 anos, merece!


Texto: Luis Mendes - jornalista, cinéfilo, estudioso e defensor dos cinemas de rua e proprietário da locadora cult Paradise Video  (localizada em Copacabana)

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Cinemas do Rio - Parte 1: Os que deixaram saudades / Centro


CINE HORA

Assim como o seu “irmão” Joia, em Copacabana, este minúsculo cinema com pouco mais de 100 lugares foi inaugurado em 1966 no subsolo do Edifício Avenida Central, exibindo sessões de desenhos, passatempos, festival Gordo e Magro e miscelâneas. Em 1981 se mudou para a sobreloja da mesma galeria e teve capacidade reduzida para 50 lugares. Adotou o esquema pornô e fechou na década de 90, com péssima reputação. Virou loja de informática. Uma pena, principalmente por seu irmão de Copacabana estar novamente funcionando a todo vapor, com ótima programação.


Texto: Luis Mendes - jornalista, cinéfilo, estudioso e defensor dos cinemas de rua e proprietário da locadora cult Paradise Vídeo

Foto: Arquivo pessoal do jornalista